domingo, 31 de março de 2013

quero mina gostosa, não inteligente!

E eu digo que isso é hipocrisia. Homens querem mulheres bonitas e gostosas e vaidosas, não mulheres inteligentes. Quando a boazuda vem com um QI maior do que uma beringela claro que ajuda, claro.Mas entre uma nerd que anda de tênis e calça jeans sem ligar para os cabelos e a gata da engenharia química que vai de shortinho para a faculdade qual delas será que os garotos escolhem?

Sei como é ser nerd e ser rejeitada. Me considero uma garota com um QI superior à maioria, culta e crítica. Podem me chamar de convencida, não ligo. Mas já fui trocada pela boazuda diversas vezes. Ao ver tantos homens sendo hipócritas, só lamento pela humanidade. E agora me dêem licença que eu vou jogar meu mmo.  


Uma boa noite, meus negros lindos
xoxo

sábado, 30 de março de 2013

the truth is true ?




No que se resume a verdade? Em um apanhado de mentiras mais bonitas e convincentes lançadas na hora certa? Talvez.
Amizades já não são mais  como antes, infelizmente. Não sei mais em quem acreditar. Tento fazer as coisas certas, e nesse ponto acabo errando. Tantas punhaladas pelas costas....tantas mentirinhas bonitinhas, ditas no momento certo... e a verdade, inescrupulosa, se jogando na minha frente nas horas inoportunas. Eu já sabia. Havia sido alertada por alguém que não mais está aqui. Agora é tarde demais para voltar...ou não?

Você havia me alertado, eu sei...mas você também mentiu para mim. Em quem acreditar?

Mouth to mouth...

sexta-feira, 29 de março de 2013

beautiful lies

Cansei de te falar que as tuas mentiras não mais me bastam. Cansei delas.  Aquelas velhas músicas repetindo sempre os mesmos refrões me entediam deveras. Aquele som compassado da tua respiração durante a noite agora me perturba.  Teu gosto me anoja. Teu cheiro me dá náuseas. Onde será que foi parar todo aquele carinho que outrora eu sentia por ti?
Ao olhar as tuas velhas fotos, o único sentimento que vêm à tona é pena. Pena de mim mesma por quase ter vendido a minha alma por ti. Pena do desperdício de tempo chorando por tua ausência. Pena por ter passado tantas noites em branco imaginando qual seria teu paradeiro, sem nem ao menos saber porque tu não estavas ali. 
Sinto pena de ti, enganando muito mais a ti mesmo do que a mim. Pena do dinheiro, tempo e esforços investidos em vão. Sim, em vão. Desperdício, apenas desperdício....
Minhas mentiras também não são mais suficientes para ti. Nem a mim mesma. Nesse oceano de hipocrisia que a nossa rotina virou penso que nosso verdadeiro eu morreu afogado. 
Nadei contra a arrebentação do nosso porto, enquanto tu remavas contra a maré. Quase como tentar subir uma escada-rolante que desce...desce em direção ao vazio de nossa alma. Em que ponto do caminho nos tornamos tão fúteis, supérfluos e ignorantes?
Nós não éramos assim...
Pois bem, lutemos então por novas mentiras. As velhas não mais nos satisfazem como antes... Teu cheiro que infestou meu quarto e meu travesseiro vão custar a sair, mas ainda assim conservo uma foto tua. Quem sabe, um dia, os sentimentos ruins vão embora e fique uma leve saudade daquelas duas crianças que brincavam de imaginar um futuro juntos. 
Quem sabe, em algum dia de verão qualquer, aquelas cartas deixem de encher meus olhos de lágrimas e se tornem apenas um registro escrito daquele tempo em que pensávamos que éramos felizes...
Quem sabe?

quinta-feira, 28 de março de 2013

Paranoid

Homens, vocês são burros. Muito burros. Imbecis e arrogantes seriam os adjetivos mais corretos para descrevê-los.
O que te faz pensar que, logo de cara, vais descobrir algo sobre mim?
"blábláblá, debaixo dessa carapaça dura consigo ver que há uma menina apaixonada, blábláblá"
Deixa eu te contar uma coisa: tu não é o primeiro e nem o último a me dizer isso.
Permita que eu lhe conte mais uma coisa: debaixo dessa carapaça não há nada. Simplesmente porque não há carapaça alguma. Essa sou eu, aceita.
Mesmo que houvesse carapaça. Mesmo que debaixo dela houvesse alguma coisa que não apenas as cicatrizes que restaram do passado. Mesmo que você conseguisse ver logo de cara que tudo não passa de um teatro (caso o fosse): aqui não há espaço para mais ninguém além dele. Eu sei disso. Tu sabes disso. Ele também sabe. Portanto não venha bancar o conquistador barato porque, de frases de efeito, me bastam as da minha novela mexicana preferida.

terça-feira, 26 de março de 2013

where have you been?

Essa não é mais uma história de amor. Esse não é mais um conto de fadas com finais felizes, princesinhas passivas e príncipes que aparecem na calada da noite e roubam corações. Talvez não passe de um punhado de vãs palavras jogadas ao vento...
Essa bem que poderia ser uma narrativa de um amor que perpassa o tempo, as adversidades, o ódio e o rancor e sobrevive em meio aos suspiros de dois corações apaixonados.... mas não é.

É apenas um desabafo de alguém que procura. Que procura no ônibus, na fila do café, na porta do CC ou nos corredores silenciosos da biblioteca.Alguém que acha que sabe  o que procura e,embora tenha o encontrado algumas poucas vezes, viu seu objeto de desejo escorrer por entre os dedos. É apenas um relato de experiência de alguém que faz a si mesma a pergunta fatídica todas as noites:

where is the love?

Será que ele não está dentro de mim mesma? Esse seria o amor-próprio, uma das premissas básicas da felicidade. 
O amor aos outros eu dou o quanto eu posso: sei que ainda tenho muito a amadurecer como ser humano falho que sou, mas ainda assim penso que não deixo faltar amor a quem o merece.
O amor do seio familiar é um tópico especial, delicado, que não pode ser abordado nesse momento.
Vejo casais felizes de mãos dadas, vejo sorrisos sinceros e olhares de dois cúmplices  amantes que sabem que o sentimento dado é recíproco. Mas... e o meu? Por onde anda?

Enquanto essa pergunta ainda não é respondida, contento-me em olhar o menino que senta ao meu lado no ônibus. Ele sequer deve dar-se conta da minha existência, mas possui um perfume tão bom.

Uma boa noite, meus negros lindos
xoxo

domingo, 24 de março de 2013

392 balões



se eu fosse lançar um balão para cada dia que passei aqui em Rio Grande, certamente  a maioria seria para ti. Trezentos e sessenta, para ser mais precisa. Desses trezentos e tantos, cerca de setenta foram ao teu lado. Imagine só, setenta encontros!
Amanhã provavelmente será  o de número setenta e um. E o que temos até agora? Balões cinzas (a cor da grande maioria deles). Balões vermelhos ( que foram poucos porém foram os mais importantes) e alguns balões amarelos. Acho que os de agora são azuis: nem fortes demais sem sem-graça demais.

Hoje pela madrugada acordei com o barulho de sirenes. Não sei exatamente qual é meu sentimento à respeito delas. Ao mesmo tempo em que são presságio de que algo saiu errado, é o barulho das sirenes que traz conforto para quem precisa. É a certeza de que alguém se importa e está indo ajudá-lo. Sirenes são sinal de esperança em meio ao caos.

Quase como nossos balões azuis. Azuis que não despertam aquele sentimento possessivo, doentio, passional. Balões azuis que dizem que, mesmo que não esteja tudo exatamente como gostaríamos que estivesse, ainda assim não são balões cinzas. Acho que só eu gosto dos balões vermelhos. O problema é que a tinta vermelha os torna mais fracos e suscetíveis às intempéries da vida. Balões brancos são mais resistentes. Porém são tão sem-graça....

Então fiquemos com os azuis. Pelo menos por  ora, sei que eles estão ali. Nem tão cheios e brilhantes e vigorosos e coloridos e maravilhosos quanto os vermelhos.....porém nem  tão murchos e apagados e vazios e sem encanto quanto os brancos. Balões. Apenas balões....

sábado, 16 de março de 2013

Amar pela metade

Nunca compreendi aquelas pessoas que não se entregam por completo. Gente reservada, gente que não fala tudo, que guarda sentimentos e economiza alma. De que adianta tudo isso?
Sentimentos não são gratuitos, isso eu sei. Mas o preço que eles cobram é o preço que valem. Reciprocidade. Entrego-me por inteiro, dou muito de mim a quem não merece.... mas quem disse que eles não merecem? Todo mundo merece ter amor pelo menos uma vez na vida. Mesmo que seja passageiro. Mesmo    que seja fogo de palha. Mesmo que não dure várias estações. Só se sabe que foi amor ou paixão quando dói muito depois. Se for paixão, sobra raiva e pena. Se foi amor, sobra carinho  e uma saudade. Ou apenas o desejo de ver o outro feliz.
Sempre dissemos um ao outro que, independente do  que acontecesse, queríamos a felicidade um do outro. E lá está ele, com alguém que realmente o faz feliz. Ainda quero morar no mesmo prédio que os dois, ver nossos filhos crescendo juntos. Não para envenenar o relacionamento alheio, mas para poder conviver com ele. Quero tê-lo em meu futuro, mesmo que não seja ao meu lado.

Gente que se esconde. Gente que não demonstra nada. Gente que usa máscara. Gente que a gente não sabe o que sente. Gente que não ama, que não vive, que não faz. Gente que não deixa saudade...

terça-feira, 12 de março de 2013

Cicatrizes

Poucas coisas são mais bonitas no corpo  humano do que as cicatrizes. Enquanto uns as julgam nojentas, outros dizem que são dignas de pena e ainda há aqueles que sequer possuem cicatrizes. Eu as acho belas. Cada cicatriz em nossos corpos carrega consigo uma história. Algumas são tristes, e possuem um significado de perda. Outras são fruto de escolhas erradas, e essas possuem um significado de superação.  
Cicatrizes são  a prova de nossa recuperação. Do nosso poder de regeneração. Cicatrizes são um recomeço. São um aprendizado. 
Pessoas sem cicatrizes não se machucaram, nunca sofreram, nunca viveram. Pessoas sem cicatrizes viveram em uma redoma de vidro. Pele sem cicatriz é pele sem história, sem aquele carimbo que a vida deu para cada um. 
Cada marca em meu corpo mostra as escolhas que eu fiz e as consequências que elas tiveram.
Cicatrizes jamais serão feias: elas mostram que somos humanos e não apenas uma boneca na estante do quarto, que vê seus dias passarem assim...mornos, olhando para as paredes e imaginando como a vida lá fora seria.
Assuma suas cicatrizes. Assuma a sua história. Mostre para o mundo que, mesmo tendo acontecido algo que realmente doeu e lhe machucou bem fundo, que mesmo que tenha ficado uma marca para o resto da vida, você está ali. Meu irmão chama suas cicatrizes de "carimbo de herói". Mesmo com apenas 5 anos ele falou uma das maiores verdades que já escutei. Cada marca no seu corpo é um carimbo comprovando que você venceu.

Já as cicatrizes do coração...bem, é assunto para outra história...

Hello, I'm in Delawere


E lá se vai minha vida
Passando por todas as placas de saída
E isso está sendo tão longo
As vezes me pergunto como vou permanecer forte
Sem dormir esta noite
Continuarei a dirigir por esta estrada escura
E assim como a lua cai
E mais uma noite se vai, apenas mais 20 dias.

Mas eu vou ver você de novo
Eu vou ver você de novo daqui a algum tempo

E lá se vai minha vida
Passando por cada vôo de saída
E isso tem sido tão difícil
Tanto tempo tão longe
Ela caminha de noite
Quantos corações morrerão esta noite?
E quando as coisas mudaram
Eu acho que vou descobrir em 17 dias.

Mas eu vou ver você de novo
Eu vou ver você de novo daqui a algum tempo

O meu corpo dói
E doi dizer
Ninguém está se mexendo
E eu queria que eu não estivesse aqui essa noite
Mas essa é a minha vida.

Mas eu vou ver você de novo
Eu vou ver você de novo daqui a algum tempo



*tradução da música "Hello I'm in Delawere" de City & Color

sexta-feira, 8 de março de 2013

Como ser uma mulher




Sofra de cólicas que mais parecem uma amostra grátis de parto uma vez por mês. Seja um cosplay d e montanha-russa hormonal. Arranque o maior número possível de pêlos de seu corpo, principalmente nas partes mais sensíveis. Tenha de usar uma calcinha minúscula  que incomoda e machuca para agradá-lo.  Coma menos do que gostaria para não fazer feio na frente dos outros. Fique duas horas arrumando um cabelo que insiste em ir para o lado oposto daquele que você gostaria. Passe tantos cosméticos quanto forem possíveis em seu rosto, apenas para que olhe para você e pergunte "o que é isso colorido no seu olho? ficou legal." Use um aparelho que mais parece um instrumento de tortura medieval chamado "curvex". Ganhe um salário cerca de 30% menor do que os homens,  mesmo tendo estudado muito mais tempo do que eles. Pratique exercícios dignos de artista circense ao tentar equilibrar-se sobre um salto agulha de 15 cm a noite toda. E não vale reclamar que o pé está doendo. Puxe, estique, pinte, alise, enrole, corte, hidrate, lave, blinde e reclame de seus cabelos diariamente.
Fique apertada dentro daquela calça linda apenas porque seu bumbum fica  mais empinado dentro dele. Seja assediada por seu patrão e não denuncie, por medo de ser demitida.
Apanhe de seu marido ou namorado e não denuncie, por medo de ele fazer algo contra seus filhos.
Seja considerada um ser inferior e obsoleto pela religião dominante do  país.
Faça dietas malucas para ficar parecida com a modelo que aparece na novela, mesmo que você tenha que comer apenas alface e gelo para consegui-lo. Afinal, se você não é idêntica a ela você não é bonita. 
Apareça seminua no maior número  de comerciais possíveis,além, é claro, de ser comparada à frutas, pedaços de carne e outros alimentos perecíveis. Fique lisonjeada, afinal você é GOSTOSA e o cara quer TE COMER.
Seja educada desde pequena para apenas obedecer e jamais contestar as ordens e atitudes masculinas, pois eles é que mandam e pagam as contas da casa.
Trabalhe, estude, cuide da casa, dos filhos, das roupas, da alimentação e do marido. E sempre esteja linda e maquiada dentro de um vestido tamanho 36.

Já sabe fazer tudo isso e ainda acreditar no amor, chorar ao ver filmes de cachorro, ler um livro se colocando no lugar da protagonista, ser carinhosa, perdoar, abraçar, dar beijo na boca, estar sempre cheirosa e perfumada, andar de mãos dadas, sorrir ao ver uma borboleta, ser fiel até a morte, defender sua prole com unhas e dentes, encher os olhos d'água até quando ver comercial de margarina, acompanhar a novela com afinco, trabalhar com o máximo de dedicação e empenho todos os dias, sentir o cheiro dele pela casa e arrepiar-se só de pensar, sentir-se pequena dentro de um abraço, comprar aquela roupa que jamais usará só porque estava com um baita desconto, carregar uma bolsa enorme com todo o tipo de tralha possível "para uma emergência, claro",  perder horas escolhendo entre os tons de vermelho de um batom  depois e sair na rua toda poderosa, como se apenas um batom fosse o suficiente para atrair um raio de sol diretamente para você?

Se a resposta para a maioria das perguntas foi SIM, parabéns gata, tu é uma guerreira de verdade.

terça-feira, 5 de março de 2013

Pitangueira (parte II )

Cheguei de surpresa,apenas para trocar os livros que estou lendo. Devolvi dois, peguei mais três (aproveitando-me do fato de a casa estar vazia). Quando estava quase saindo ele chegou. Apenas de passagem, para buscar algumas coisas. Viu que eu estava ali e sequer se importou: eu sempre entro na casa dele sem avisar.

Nem precisou me dizer para ficar à vontade: eu sempre fico. Quando estava quase saindo eu chamei:

-M. , que horas tu volta?
-Bah negrinha, acho que em umas duas horas. Acho.
-Hm... tô pensando...
Ele deu uma gargalhada, me olhou com aquela cara de menino safado e disse:
-Então pensa.
-Tá bom.
Afastou-se e eu chamei de novo:
-M! 
-Fala negrinha.
-Posso?
-Pode.

É sempre assim. Não preciso de muitas palavras para me fazer entender. Tomei um banho, vesti uma camiseta dele e fui até o jardim para ver a pitangueira. Cheinha de frutos que estão muito mais doces do que os do ano passado. Assim como nós dois.

Adormeci de luz acesa com o gato no colo. Acordei com o barulho dele tirando os tênis na sala. Levantei-me, sentei em seu colo e ele me abraçou. Que cheiro gostoso que ele tem! 
Preciso usar aqui as palavras de Alcione: é só melanina cheirando à paixão!

Adormeci em seus braços, já na cama. Acordei com o barulho de sua respiração de madrugada. Me senti assim, sei lá. Feliz. Doce. Calma. Tranquila e completa. Talvez algo diferente disso,talvez exatamente isso. Talvez.

Por hora basta dizer que mudamos: nada de tempestades, nada de guerras, nada de promessas infames. Nada de injúrias, de riscos ou de sangue efervescente correndo pelas veias. Apenas uma suave brisa de verão, que quase não se sente mas sabe-se que ela está ali. 

No jardim, a pitangueira começa a perder algumas folhas...

segunda-feira, 4 de março de 2013

Das embalagens e conteúdos

Pode até ser uma analogia fraca, mas as pessoas também vêm envoltas em embalagens. Algumas delas são caras, pois o pacote custou muito caro. Outras possuem uma embalagem simples, porém com um conteúdo maravilhoso. Algumas delas são propaganda enganosa: paga-se caro pela embalagem porém o conteúdo é péssimo. Algumas nem conteúdo possuem. Se bem que, dependendo do presente, a embalagem também pode ser aproveitada. Logo, a embalagem é um presente. Mas eu sou da velha filosofia de que não se deve julgar um livro pela capa. Muito menos o presente pela embalagem. E menos ainda  a pessoa pela embalagem. 

Voltando aos livros: a capa do livro, segundo a nossa constituição brasileira, é um conteúdo criativo, por assim dizer. Ela não precisa representar o conteúdo do livro. Ou seja: comprar o livro pela capa pode ser uma furada. E essa mesma constituição fala que o resumo do livro (aquele da parte de trás da capa), esse sim deve representar o livro em seu conteúdo. 

A lição que eu tiro disso? Preste mais atenção nos "resumos" que as pessoas te oferecem dos outros e menos atenção na embalagem. A menos que o seu objetivo final seja a embalagem, claro. E também é claro que os resumos falam muito pouco sobre o livro, mas por ele você já pode ter uma vaga ideia daquilo que está comprando.

"De cavalo dado não se olham os dentes." Algumas pessoas são doadas para nós. Eu, como não preciso de esmola e muito menos de caridade, passo adiante aqueles que de cara já vejo que foram mal-usados durante a vida. Passo adiante, pois sempre vai ter alguém precisando daquilo que a gente joga fora. Nada se cria, nada se faz, tudo se modifica e se transforma. 

E chega de ditos populares, porque se conselho fosse bom se vendia, e não se daria.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Expectativas

 O que falar dessa sexta-feira à noite? Cheguei cheia de expectativas... na verdade, repleta delas. Todavia, graças a uma piada muito sem-graça do destino, todas elas foram derrubadas (a tapas, diga-se de passagem)  por coisas mais pequenas do que eu imaginava!
O monstro verde do ciúme me corrói até nos momentos mais inoportunos. Já conversamos sobre ele em outras oportunidades, lembram? Pois então...

Vejam vocês o que ele consegue fazer comigo.

Amanhã falaremos mais sobre isso. Basta dizer que, por hora, eu estou com uma vontade imensa de vomitar todos os meus sonhos e lembranças inconvenientes de coisas que ainda me cercam. Algumas nesse exato momento. Algumas que são pessoas. Pessoas que viraram sonhos e expectativas. Pessoas...