Dia 25 de julho: dia do escritor. E hoje fui presenteada com um comentário inesperado no chat do facebook: uma pessoa que nem é tão amiga assim (a ponto de me bajular, como muitos o fazem), disse que leu alguns textos e ficou impressionada com a qualidade dos mesmos. Fiquei feliz deveras, admito.
Muitas pessoas me perguntam o que me motiva a escrever. Na verdade, nunca parei para pensar sobre isso. As palavras fluem,e por vezes a velocidade dos dedos no teclado é mais rápida do que os meus pensamentos. Um turbilhão de letras, organizadas de uma forma que não sei explicar, dezenas e centenas de palavras escolhidas e encaixadas de forma tal a fazerem um sentido que só quem já viveu algo semelhante consegue entender. Meus textos são o que eu sou: compilam meus sentimentos de uma forma tão translúcida que basta lê-los para ver o que se passa na minha tão avoada cabecinha. Nunca fui de esconder as coisas: sempre gostei de clareza e objetividade, inclusive sentimental.
Enfim, escrevo porque gosto, porque preciso, porque amo e porque faz parte de mim. Tão natural quanto falar, escrever é a minha essência. Mesmo que não seja tão bom assim.
Boa noite, meus negros lindos
xoxo